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Arquivo da Categoria ‘Sérgio Aleixo’

ANTICONCEPÇÃO E RACISMO

29, novembro, 2015 1 comentário

REGIÕES ESPIRITUAIS E ERRATICIDADE

12, janeiro, 2015 1 comentário

A propósito dos ns. 223 a 236 (regiões espirituais erraticidade), de O Livro dos Espíritos. Por Sergio F. Aleixo. Rio de Janeiro, 27-11-2014.

Centenário de Herculano Pires / palestra de Sérgio Aleixo

24, novembro, 2013 1 comentário


“Na primeira intervenção em defesa do espiritismo, Herculano Pires tinha vinte e poucos anos e deixou claro que colocava o espiritismo acima das lideranças e das instituições doutrinárias.” (Jorge Rizzini, em J. Herculano Pires — o apóstolo de Kardec).

Evento comemorativo do centenário de Herculano Pires. Acontecido no C.E. Cairbar Schutel. Capital Paulista. Em 21-11-2013

LÉON DENIS, EMMANUEL E AS ALMAS GÊMEAS.

4, maio, 2012 2 comentários

Disse Kardec em O Livro dos Espíritos, 202: “Os espíritos encarnam-se homens ou mulheres, porque não têm sexo. 

Como devem progredir em tudo, cada sexo, como cada posição social, oferece-lhes provas e deveres especiais, e novas ocasiões de adquirir experiências.

“Aquele que fosse sempre homem, só saberia o que sabem os homens”. 

E mais, 303-a:
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OS INSTRUTORES DA CODIFICAÇÃO E O ESPÍRITO DE VERDADE

5, abril, 2012 Sem comentários

As grandes forças que auxiliaram Kardec.

Pôr a descoberto a excelência da proteção dispensada aos trabalhos de Allan Kardec é fundamental à compreensão e preservação da verdadeira identidade do Espiritismo. Isto leva o adepto sincero e devotado a poderosos meios de reflexão para que conclua pela singularidade insubstituível da Obra Kardeciana, cuja margem de segurança garantiu a confiabilidade dos conteúdos obtidos e lhe confere a situação de não haver sido superada por qualquer outra a que se atribua o adjetivo “espírita”.

Nomes como São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente de Paulo, São Luís, O Espírito de Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Swedenborg – para citar apenas os que se identificam nos Prolegômenos de O Livro dos Espíritos – fizeram das obras de Allan Kardec o que a respeito delas assegurou J. Herculano Pires: “[…] foi trabalho inspirado e orientado pelas mais elevadas forças espirituais que o nosso mundo já teve a oportunidade de conhecer”. (O Espírito e o Tempo. Ruptura do arcabouço literal.)

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TRADUTOR, TRAIDOR – Sergio Aleixo

28, março, 2012 4 comentários

Fiel à sua condição estatutária de integrante da “escola” rustenista e demonstrando concordar com o opúsculo Os Quatro Evangelhos de J.-B. Roustaing — Resposta a seus Críticos e a seus Adversários (1883), a Federação Espírita Brasileira ousou contrariar o Codificador neste ponto de A Gênese: cap. XV, n. 66. Fez registrar em nota de rodapé à tradução de G. Ribeiro os seguintes dizeres, ainda dados a público em novas edições:

(1) Nota da Editora: Diante das comunicações e dos fenômenos surgidos após a partida de Kardec, concluiu-se que não houve realmente vão simulacro, como igualmente não houve simulacro de Jesus, após a sua morte, ao pronunciar as palavras que foram registradas por Lucas (24:39): — “Sou eu mesmo, apalpai-me e vede, porque um Espírito não tem carne nem osso, como vedes que eu tenho.”

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Andreluizismo

14, março, 2012 1 comentário

No texto Sobre André Luiz, demonstrei não ser novidade luizina a menção a “regiões similares à Terra” no post-mortem. Erasto, na Revista Espírita (maio/1863), reporta-se a isso, e São Luís (junho/1862), consoante, já revelara os “mundos intermediários”, “viveiros da vida eterna”, uns mais adiantados, outros menos, de onde os espíritos vêm para se reencarnarem. Pensam alguns, no entanto, haver aí total confirmação a André Luiz, bem como nisto que disse o sábio espírito Mesmer:

 

O mundo dos invisíveis é como o vosso. Em vez de ser material e grosseiro, é fluídico, etéreo, da natureza do perispírito, que é o verdadeiro corpo do Espírito, haurido nesses meios moleculares, como o vosso se forma de coisas mais palpáveis, tangíveis, materiais. O mundo dos Espíritos não é o reflexo do vosso; o vosso é que é uma imagem grosseira e muito imperfeita do reino de além-túmulo.

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O rustenismo nas obras de Chico Xavier

4, março, 2012 1 comentário

O rustenismo é deturpação perigosa, porque se alastra sorrateiro, não em suas obras principais, mas mediante livros psicografados por Chico Xavier. Conforme prevê o assim chamado “Pacto Áureo” (05/10/1949), “cabe aos espíritas do Brasil porem em prática a exposição contida no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, de maneira a acelerar a marcha evolutiva do Espiritismo”. Pois bem! Isto passou ao art. 63 do estatuto da Casa-Máter do rustenismo no mundo, que registra:

O Conselho [Federativo Nacional da F.E.B.] fará sentir a todas as sociedades espíritas do Brasil que lhes cabe pôr em prática a exposição contida no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, de Francisco Cândido Xavier.

Entre outras piadas de além-túmulo, no capítulo I desta obra, “a amargura divina” de Jesus “empolga” toda uma “formosa assembleia de querubins e arcanjos” e ele, “que dirige este globo”,[1] não sabe sequer onde é o Brasil. Não bastasse isto, no cap. XXII, o confuso Roustaing emerge do estatuto da F.E.B. para ser equiparado a L. Denis e a G. Delanne, figurando adiante destes na condição de cooperador de Kardec para “o trabalho da fé”. Subsiste ainda o questionamento levantado por Julio Abreu Filho em O Verbo e a Carne, isto é, por que Humberto de Campos se referiu a Roustaing, Denis e Delanne em Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho de 1938 e, no livro Crônicas de Além-Túmulo, de 1937, reportou-se tão só a Denis e Delanne?

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Roustenguista, chiquista, andreluizista, laico, religioso, kardecista, ramatista, livre-pensador etc…

21, fevereiro, 2012 Sem comentários

Ao iniciarmos o estudo de O Livro dos Espíritos, nos deparamos em sua introdução, com o grande cuidado de Allan Kardec, para com as palavras a serem empregadas no corpo doutrinário espírita. Num primeiro momento, poderíamos entender que tal diligência, se devesse ao fato de ser o Codificador por formação acadêmica, um pedagogo, lingüista insigne, que falava alemão, inglês, italiano, espanhol e holandês. Escreveu gramáticas, aritméticas, estudos pedagógicos superiores; traduziu obras inglesas e alemãs. Ou seja, na condição de poliglota e profundo conhecedor da língua francesa, seu idioma pátrio, sabia da importância das palavras para que um discurso fosse claro, e alcançasse seu objetivo.

Não obstante, poderíamos também considerar, que na condição de organizador de toda uma gama de conhecimentos, advindos de Espíritos de alta evolução para a estruturação de uma obra, que segundo J. Herculano Pires, seria “o código de uma nova fase da evolução humana”, buscasse ‘cuidar’ das palavras a serem empregadas nessa sistematização, de forma a evitar que o uso inadequado das mesmas, viesse a “desvirtuar” os preceitos doutrinários.

E assim, o Codificador inicia a Introdução de O Livro dos Espíritos dizendo que: – “Para as coisas novas necessitamos de palavras novas, pois assim, o exige a clareza de linguagem, para evitarmos a confusão inerente aos múltiplos sentidos dos próprios vocábulos.” Observa-se claramente, que o mestre trata a doutrina como algo inovador, ciente da grandeza de suas revelações. Sabia que os assuntos abordados, envolviam grandes questionamentos da humanidade, que até então nunca haviam sido tratados tão objetivamente. Não queria portanto, que palavras com sentidos já definidos, distorcessem os preceitos fundamentais da nova doutrina.

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