Atlântida e Lemúria Nunca Existiram!

Atlântida

Em “Os Exilados da Capela”, Edgar Armond desenvolveu uma idéia já presente em A Gênese: a Raça Adâmica.

Legiões de espíritos oriundos de mundos avançados teriam perdido o direito de lá reencarnarem por serem retardatários em seu progresso moral.

Como forma de “regeneração”, foram degredados em mundos que ensaiavam os primeiros passos da vida inteligente, onde teriam uma encarnação bem mais áspera e também a oportunidade de acelerar o progresso de seus habitantes.

Um desses foi a Terra.

Armond advogava (baseado em “relatos mediúnicos”) que tal migração ocorrera a partir de um planeta do sistema solar da estrela Capela, situada na constelação de Cocheiro, “uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada” (cap. I).

Bem tirando o fato de uma estrela grande demais consumir seu combustível de forma extremamente rápida, tornando o aparecimento da vida complexa em seu sistema um tanto improvável (quanto mais a inteligente), continuemos.

A migração dos capelinos teria se iniciado já nas últimas eras glaciais, num período por ele denominado “1º ciclo”. Abaixo, um mapa de como seria o mundo àquela época:

Parte dos capelinos teria se tornado os constituintes da terceira e quarta raça de “atlantes”.

Seres mais avançados em relação aos demais habitantes do planeta e dotados de poderes psíquicos.
Fizeram mal uso destes dons para fins de conquista e dominação.

Sua corrupção e abuso de poder provocaram cataclismos que arrasaram o continente e levaram à dispersão dos sobreviventes de três sub-raças atlantes: toltecas, acádios e semitas.

Afinal, há alguma coisa de verdade no mito de Atlântida?

Antes da teoria da deriva continental, estipulada em sua forma moderna por Alfred Wegener em 1912, os paleontólogos tinham tremendo abacaxi para descascar: fósseis da mesma espécie eram encontrados em sítios de continentes distintos, separados por vastos oceanos.

Como eles cruzaram tais distâncias?

A primeira resposta dada foi a hipótese das “pontes continentais”: grandes massas de terra, agora submersas, que ligariam os continentes, permitindo um fluxo de populações.

Um dos primeiros “grandes continentes perdidos” propostos foi Lemúria, sugerido em 1864 pelo zoólogo Philip Sclater num artigo ao Quarterly Journal of Science, [vol. I. p. 215].

Seu objetivo era explicar disparidade entre a ampla distribuição dos fósseis de antigas populações de lêmures (daí Lemúria) – encontrados pela orla do oceano Índico – e os exemplares atuais desses primatas, que estão restritos à ilha africana de Madagascar.

A hipótese das pontes continentais sofreu refinamentos conforme outros registros fósseis eram descobertos e, em meados do século passado, a seguinte configuração para os continentes antigos era aceita:

Distribuição de terras durante o carbonífero, segundo a antiga hipótese das pontes continentais. Fonte: Enciclopedia Labor, vol I, cap. V

Tem-se uma ilustração relativamente semelhante à de “Exilados..”, mas esta semelhança é ilusória, pois figura representa a Terra do período geológico conhecido como carbonífero (de 360 a 286 milhões de anos atrás) e a de Armond já data do pleistioceno (1,8 milhão de anos a 11.000).

A hipótese das pontes, por sinal, supunha uma distribuição geológica próxima à atual já no Terciário superior (paleoceno e eoceno – 65 a 35 milhões de anos) já mostram uma distribuição próxima à atual.

Distribuição de terras durante o terciário inferior, segundo a antiga hipótese das pontes continentais. Fonte: Enciclopedia Labor, vol I, cap. V

Embora Armond não tenha dado bibliografia clara, pode-se cogitar que bebera água de alguma fonte relacionada à teosofia.

Madame Blavatsky, a fundadora dessa seita ocultista, expôs sua versão de antropogênese no segundo volume de obra Doutrina Secreta, em que não só toma emprestado o continente de Lemúria, mas também a usa a mítica Atlântica e o suposto continente Hiperbóreo.

Ela também apresenta parte do vocabulário usado por Armond como “Raças-Mães” (Root Races ou “Raças-Raizes” ) e suas respectivas sub-raças.

Esses continentes perdidos ganharam um maior desenvolvimento em The Lost Lemuria (“A Lemúria Perdida”, 1904) e The Story of Atlantis (“A História de Atlântida”, 1896), ambos de autoria do também teósofo William Scott-Elliot.

Além de informações geológicas, esses livros fornecem dados sobre a suposta história e costumes dos antigos habitantes, bem algumas evidências para esses continentes, que eram baseadas pressupostos científicos da época. O conteúdo antropológico, porém, ficou apenas assentado em alegados poderes de clarividência:

Na verdade, não há limite aos recursos da clarividência astral na investigação a respeito da história passada da Terra, seja o caso de estivermos envolvidos com os eventos que ocorreram à humanidade nas épocas pré-históricas ou com o próprio desenvolvimento do planeta ao longo dos períodos geológicos anteriores ao advento do homem, ou com eventos mais recentes, narrativas atuais que têm sido distorcidas por historiadores descuidados ou perversos.

A memória da Natureza é infalivelmente acurada e inexaustivamente precisa.

Tão certo como a precessão dos equinócios, chegará um tempo quando o método literário de pesquisa histórica será posto de lado como ultrapassado, no caso de toda obra original.(…)

The Story of Atlantis, prefácio à primeira edição.

Scott-Elliot talvez tenha se deixado levar por um excesso de otimismo, pois o tempo seria cruel para a credibilidade de Lemúria e Atlântida.

Mapas Lemurianos de Scott-Elliot

Em vermelho, terras lemurianas. Azul, antigas terras Hiperbóreas (Ártica, Báltica e Sibéria).

Mapas Atlantes de Scott-Elliot

Entre 1 milhão e 800 mil anos atrás. Entre 800 mil e 200 mil anos atrás.

Entre 200 mil e 80 mil anos atrás. Entre 80 mil e 11 mil anos atrás.

Em vermelho, territórios de formação temporal idêntica a atlante. Em verde, territórios de outras eras (hiperbóreas e lemurianas).

O Fim das Pontes Continentais

As figuras sobre as Pontes Continentais que foram extraídas da Enciclopedia Labor pertencem a uma edição de 1957, portanto são contemporâneas à primeira edição de “Exilados” (1951) e bem anteriores à morte de Armond (1982).

As figuras estão lá mais como uma curiosidade, pois essa enciclopédia dá realmente mais ênfase na teoria de Wegener da deriva continental.

Todos os continentes estiveram uma vez unidos num só (Pangeia), que teria se fragmentado inicialmente em dois (Laurásia, ao norte, e Gondwana, aos sul) e depois nas massas continentais modernas.

Tal ideia conseguia não só explicar a distribuição dos achados fósseis, como a formação geológica contínua entre os blocos separados e o impressionante ajuste do litoral dos continentes modernos.

Pangeia e a distribuição de fósseis no triássico (200 milhões de anos)

No entanto, por ocasião da morte de Wegener (1930), sua teoria possuía uma grande lacuna: não explicava que forças realmente moviam os continentes de forma satisfatória.

A resposta definitiva só veio em 1962, com a descoberta da “tectônica de placas”.

A crosta terrestre não é inteiriça, mas dividida em seis “placas” geológicas principais e outras menores que flutuam sobre o magma do manto.

Suas fronteiras são delimitadas pelas dorsais e fossas oceânicas.

No manto, surgem correntes de convecção provocadas pelo calor mais intenso no núcleo terrestre, que produziria correntes ascendentes parcialmente afloradas em ambos os lados das dorsais oceânicas e descendentes nas fossas oceânicas.

Tanto o é que as rochas mais recentes se encontram junto às dorsais e a idade delas aumenta à medida que se afastam em direção às fossas.

O assoalho oceânico se expande junto às dorsais e é reabsorvido pelo manto nas fossas. Os continentes são arrastados como pratos deslizantes durante o ciclo convectivo.

Distribuição das placas tectônicas

Tectônica de Placas

Agora vamos a uma análise pormenorizada dos “argumentos armondianos” em prol de Atlântida (cap. XIV de “Exilados”).

· No fundo do Atlântico foram encontradas lavas vulcânicas cristalinas, cuja congelação era própria de agentes atmosféricos, dando a entender que o vulcão que as expeliu era terrestre e o esfriamento de lava se deu em terra e não no mar.

Resposta: Isto é perfeitamente factível durante a cisão de uma placa, antes que a água do mar invada a parte nova do assoalho oceânico. Mas não é por isso que as antigas terras desabam.

Formação de uma dorsal oceânica

· Estudos realizados no fundo desse oceano revelam a existência de uma grande cordilheira, começando na Irlanda e terminando mais ou menos à altura da foz do rio Amazonas no Brasil, cuja elevação é quase três mil metros acima do nível médio do fundo do oceano.

Resposta: Na verdade, ele está se referindo à cadeia de montanhas submarinas conhecida como “Dorsal Meso-Atlântica”, que vai da Islândia ao fim do continente sul-americano! Muito além do ele gostaria que fosse.

O fundo oceânico. Ao centro, a Dorsal Meso-Atlântica

Ela foi formada na junção de placas por material que vem sendo expelido há milhões de anos.

Eu disse EXPELIDO, não sugado.

O veredicto da geologia é claro: não houve nenhum continente Atlântico, nem civilização chamada Atlântida [Feder, cap. VIII, p. 202].

· Os homens de Cro-Magnon eram do tipo atlante, muito diferentes de todos os demais, e só existiram na Europa ocidental na face fronteira ao continente desaparecido mostrando que é dali que vieram.

Resposta: É crescente a admissão da tese que os primeiros Humanos anatomicamente modernos vieram da África. Os Cro-Magnons chegaram à Europa vindos do lado oriental.

· Os crânios dos Cro-Magnons são semelhantes aos crânios pré-históricos encontrados em Lagoa Santa, Minas Gerais (Brasil).

Resposta: A reconstituição do crânio de uma representante típica do “povo da Lagoa Santa” revelou algo impressionante: ela tinha traços negroides!

Os índios não foram os primeiros habitantes do lugar, muito menos o europeus Cro-Magnons.

Esta representante foi chamada de Luzia, em homenagem a um famoso achado fóssil: Lucy, o esqueleto mais completo da espécie Autralopithecus Aferensis.

Luzia, a primeira brasileira.

· O idioma dos bascos não tem afinidade com nenhum outro da Europa ou do Ocidente e muito se aproxima dos idiomas dos americanos aborígines.

Resposta: Segure-se na poltrona com o que vou falar: o inglês é parecido com chinês! Sim, são duas línguas em que a separação entre as classes gramaticais é bastante fluida, podendo uma mesma palavra ser utilizada ora como substantivo, ora como adjetivo ou verbo.

Agora, volte à calma, pois eu esqueci de falar as diferenças: o chinês é uma língua tonal, com predominância absoluta de monossílabos; características que o inglês não possui.

Sem contar que a história das línguas é radicalmente diferente.

Em suma, isso é um exemplo de comparação descabida em que se ressalta apenas o que interessa e se esconde o destoante.

O idioma basco, de fato, é um “corpo estanho” no meio das línguas indo-européias que o circundam.

Ele deve ser o sobrevivente de idiomas falados na península ibérica antes da chegada de celtas e romanos, mas sua origem ainda permanece um mistério.

Muitas comparações entre o basco e línguas ameríndias são feitas apenas por palavras que soam parecido, mas têm escritas e significados diferentes.

Como por exemplo, umiak, que em esquimó significa “canoa para toda a família”, e umeak, que em basco é usado para designar crianças (*).

Um exemplo fora do basco, foi a afirmação pelo Meso-americanista Pedro Armillas que a palavras latina ocelli (olhinhos) lembra pequenas manchas e em nahuatl, a língua dos Astecas, um gato malhado é um ocelot [Feder, cap.VI, p. 122].

Tais comparações palavra a palavra podem forçar similaridades em línguas que não têm nenhuma conexão histórica!

(*) Extraído de “Os Grandes Mistérios da Ciência”, encarte de Superinteressante, outubro de 2003, pág. 13, “De onde vem o idioma basco?”.

· Há pirâmides semelhantes no Egito e no México, e a mumificação de cadáveres praticada no Antigo Egito também o era no México e no Peru.

Resposta: Mais um exemplo de mostrar semelhanças e esconder disparidades.

Há grandes diferenças entre as pirâmides egípcias e as americanas.

As pirâmides do Novo Mundo são truncadas com topos achatados, ao passo que as egípcias são “pontudas”.

Pirâmides americanas possuem escadas ascendentes em suas faces; as egípcias, não.

As americanas serviam de plataformas para templos e muitas também eram câmaras funerárias para seus líderes; as egípcias não possuíam templos e eram apenas sepulturas para o faraó e suas esposas.

Os métodos de construção também eram diferentes; as egípcias eram feitas em etapa única, ao passo que as americanas tinham várias etapas, em geral, representando construções justapostas uma sobre as outras.

Finalmente, se as pirâmides americanas e egípcias tivessem a mesma origem em Atlântida (ou qualquer ou buraco), era de se esperar que datassem do mesmo período.

Entretanto, as egípcias datam sua entre 5.000 e 4.000 anos atrás; já as americanas não são a 1.500 anos.

Ambas são bem mais recentes que o desaparecimento de Atlântida (há 11.000 anos, pela datação Platão).

É possível traçar um desenvolvimento autóctone da tecnologia egípcia para a construção de pirâmides.

Agora, uma pergunta: a técnica de mumificação era a mesma?

· Também se verificou que o fundo do Atlântico está lentamente se erguendo: a sondagem feita em 1923 revelou um erguimento de quatro quilômetros em 25 anos, o que concorda com as profecias que dizem que a Atlântida se reerguerá do mar para substituir continentes que serão, por sua vez, afundados, nos dias em que estamos vivendo.

Resposta: Estamos esperando.

Atlântida: a lenda segundo Platão

A primeira menção à Atlântida aparece no diálogo filosófico “Timeus” de Platão.

Ela é descrita por Crítias, avô materno de autor (que provavelmente não estava vivo, sendo o diálogo fictício).

A história teria sido repassada pelo avô de Crítias (de mesmo nome), que teria ouvido do pai dele, Drópides.

Este a recebera do sábio grego Sólon, que por sua vez ouvira sacerdotes egípcios.

Um relato em primeira mão, sem dúvida (sic).

A história contada pelos sacerdotes seria a do maior feito dos antigos atenienses.

Nove mil anos antes de sua época, uma força poderosíssima vinda de além das “Colunas de Hércules” (estreito de Gibraltar) avançou sobre a Europa e a Ásia, eles possuíam uma armada de 12.000 navios e um exército de 10.000 carruagens.

Os sacerdotes disseram a Sólon o nome desse poder do oceano Atlântico: a nação de Atlântida. Os atlantes eram descendentes dos dez filhos do deus Poseidon com uma mortal.

Construíram formidável civilização, mas a medida que seu sangue divino foi se diluindo, tornaram-se cruéis e sedentos de dominação.

Os únicos que fizeram frente aos atlantes foram aos antigos atenienses.

Após os invasores terem varrido todo o norte da África até o Egito, foram derrotados em batalha por uma força menor, mas cheia de patriotismo e virtude.

Após este fracasso, toda a Atlântida foi destruída numa série de terremotos e enchentes que, infelizmente, também destruiu os antigos atenienses.

Agora considere a história que Platão conta pela boca de Crítias: um império longínquo, tecnologicamente sofisticado, mas moralmente arruinado e perverso – Atlântida – tenta a dominação mundial pela força.

A única coisa a ficar no seu caminho é um relativamente pequeno grupo de pessoas espiritualmente puras, com princípios morais e incorruptíveis – os antigos atenienses.

Superando a desvantagem tecnológica e numérica, os atenienses são capazes de derrotar um adversário muito mais poderoso simplesmente através da força de seus espíritos.

Isto te lembra algo?

“Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante…”

Sim, Atlântida é uma fonte de inspiração para a “Guerra nas Estrelas” de George Lucas.

Platão situou os fatos 9.000 antes de sua época numa região quase desconhecida (o oceano Atlântico).

A sofisticada e dominadora Atlântida remete ao Império Galáctico, com sua Estrela da Morte.

Os atenienses lembram a Rebelião liderada por Lea e Luke Skywalker.

Ambos são vitoriosos não por uma superior capacidade militar, mas porque a “Força” (Virtude) estava com eles.

Mas as narrativas são mitos: servem para entreter e dar lições morais e são igualmente fantásticas.

A partir das características dos primeiros atenienses, Platão exemplifica sua sociedade ideal.

Pois é, os atrasados nativos, sem nenhum parentesco divino (ou alma extraterrena) se provaram mais valorosos.

É impressionante como a história de Atlântida foi distorcida para servir a um livro que beira o de um newager.

Ainda bem que Edgard Armond não é muito levado a sério por centros espíritas, digamos, mais ortodoxos.

Mas sua voz se faz sentir nos afins da “Aliança Espírita Evangélica” fundada por ele.

O problema maior, porém, é que Armond também teve por base testemunhos espirituais mais tradicionais.

Em “Exilados…” se encontram alusões a Emmanuel.

Ele, antes de Armond, fala em exilados da Capela e em Atlântida:

ORIGEM DAS RAÇAS BRANCAS

Aquelas almas aflitas e atormentadas reencarnaram, proporcionalmente, nas regiões mais importantes, onde se haviam localizado as tribos e famílias primitivas, descendentes dos “primatas”, a que nos referimos ainda há pouco.

Com a sua reencarnação no mundo terreno, estabeleciam-se fatores definitivos na história etnológica dos seres.

Um grande acontecimento se verificara no planeta.

É que, com essas entidades, nasceram no orbe os ascendentes das raças brancas.

Em sua maioria, estabeleceram-se na Ásia, de onde atravessaram o istmo de Suez para a África, na região do Egito, encaminhando-se igualmente para a longínqua Atlântida, de que várias regiões da América guardam assinalados vestígios.

Não obstante as lições recebidas da palavra sábia e mansa do Cristo, os homens brancos olvidaram os seus sagrados compromissos.

Grande percentagem daqueles Espíritos rebeldes, com muitas exceções, só puderam voltar ao país da luz e da verdade depois de muitos séculos de sofrimentos expiatórios; outros, porém, infelizes e retrógrados, permanecem ainda na Terra, nos dias que correm, contrariando a regra geral, em virtude do seu elevado passivo de débitos clamorosos.

QUATRO GRANDES POVOS

As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências.

As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia.

Aqueles seres decaídos e degradados, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e lingüísticas que os associavam na constelação do Cocheiro.

Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.

Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indoeuropéia nessa descendência, porém, é necessário incluir os latinos, os celtas e os gregos, além dos germanos e dos eslavos.

As quatro grandes massas de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raça amarela e da raça negra, que já existiam.

É de grande interesse o estudo de sua movimentação no curso da História.

Através dessa análise, é possível examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu paraíso longínquo, bem como os antagonismos e idiossincrasias peculiares a cada qual.

Xavier, Francisco Cândido; A Caminho da Luz, FEB, ditada por Emmanuel, cap. III

Um tanto comprometedor, pois a origem da raça branca tem sensível viés racista.

Será que Emmanuel se esqueceu dos núbios que invadiram o Egito e promoveram uma dinastia de faraós negros?

Com isso, não será tão fácil assim se livrar de Armond o chamando de dissidente: Emmanuel também aparenta ser um pseudo-sábio, a começar pela perfumaria do linguajar: “As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências.”
Talvez merecesse um lugar ao lado de Ramatis.

Mas ainda vale comentar que por volta do lançamento do livro (1939) e até um pouco depois da descoberta da tectônica de placas ainda estava disseminada a hipótese da Atlântida no meio do oceano que lhe herdou o nome, como um resquício da obra de acadêmicos difusionistas (*) como Ignatius Donelly.

Isto pode explicar porque tais abobrinhas não causaram espanto na época de publicação, mas hoje…

Antes que alguém diga que Emmanuel só seguiu os conhecimentos se sua época, vale reparar que ele teve acesso a supostas informações privilegiadas (a imigração capelina), então porque não o estado do fundo do mar?

Inventem outra!

(*)Escola que desacreditava a possibilidade de grandes avanços tecnológicos e culturais poderem se repetir em regiões distintas do globo.

Poucos locais seriam núcleos de idéias originais e as repassariam às sua áreas de influência.
Atlântida caiu como uma luva para eles na explicação de, por exemplos, existirem pirâmides tanto na Meso-América como no Egito.

Só esqueceram ressaltar, como já foi dito, as inúmeras diferenças entre elas.

Edson Rocha

Para saber mais:

– Blavatsky, H.P. The Secret Doctrine, 1888, acessado em 10/10/2010 em Sacred Texts.
– Feder, Kenneth L., Frauds, Myths and Mysteries – Science and Pseudoscience in Archaeology, McGraw Hill, 4ª ed.
– Vidal-Naquet, Pierre. Atlântida – Pequena História de um Mito Platônico, tradução de Lygia Araújo Watanabe, Unesp, 2008
– Sclater, Philip L., Some Dificulties in Zoological Distribution, 1878, acessado em 01/10/2010. Traz uma referência a seu artigo original sobre Lemúria.
– Scott-Elliot, William; The Story of Atlantis, 1896, acessado em 10/10/2010 em Sacred Texts.
– _______________; The Lost Lemuria, 1904, acessado em 10/10/2010 em Sacred Texts.
– Uyeda, Seiya; La Nueva Concepcíón de la Tierra – Continentes y Océanos en Movimiento, Blume Ecología, Barcelona, 1980.

  1. Paulo Sérgio Bastos Andrade
    10, novembro, 2012 em 01:59 | #1

    Mas afinal, Kardec, no livro “A Gênese” já não falara desses “exilados” e das raças adâmicas? Como também sobre ocorrências de ligações no passado, dos Aztecas, Maias e Incas com a civilização adiantada do Egito, no norte da África? Os argumentos de Kardec quanto a isso são bem claros: em “A Gênese”, 41,diz ele: “… documentos e observações recentes não consentem hoje dúvida alguma quanto às relações que existiram entre a América e os antigos egípcios …” Se Kardec, como humano encarnado pode ter tido ilações próprias e se enganado a respeito, deixariam-no em erro os Espíritos Superiores que instruíram o Codificador, numa matéria tão importante? Tá faltando esclarecimento aí.

  2. josé carlos
    24, janeiro, 2013 em 21:14 | #2

    Eu acho que Edson Rocha é um pseudo sábio e está tentando confundir nós espíritas

  3. Dono
    22, março, 2013 em 17:11 | #3

    que atlantida nao existiu o que paiaço, descobriram ano passado uma piramide de vidro no fundo do mar do caribe

  4. Elton
    9, abril, 2013 em 05:55 | #4

    Todos podemos pensar, deduzir e falar o que quizermos, o livre arbítrio, lembra? Só que esta é exatamente a forma que nosso Senhor, supremo em todas as coisas, usa para saber quem quer capitar a energia de luz, que é o que interessa realmente. Eu aprendí que não devemos interferir no aprendizado do outro porque cada um tem seu tempo. Gosto de pensar que não existe uma religião oficial ou doutrina principal. Eu sinto que todos nós somos pertencentes a uma energia superiora e estamos todos interligados para focar única e exclusivamente o Amor, que é o coração de Deus! Certamente, se fosse para que todos soubessemos as realidades de onde viemos e pra onde vamos, todos já nasceríamos sabendo simplesmente porque Deus queria! Por isso é que acho que primeiro temos que explorar o nosso interior que é um universo amplo e quase inexplorado. Nos dominar e equilibrar. A ciência é um grande presente para os seres, que produziu grandes nomes e artefatos importantes para nossa espécie, mas é apenas um dos presentes! Você criticou o que falaram Platão, o avô dele, o pai do avô dele, Chico Xavier, Emmanuel e outros, e acabou somente falando também. Sugiro que comece a aprender urgentemente quais são esses outros presentes e desejo todo AMOR da luz para você. Que o Arcanjo Miguel te guarde!

  5. sidneyde carvalho
    18, abril, 2013 em 02:27 | #5

    Meu amigo, vamos tentar te explicar, de maneira bem simples, uma frase em que você afirma que um sol maior queima mais rápido: não é propriamente o Sol que queima, mas sim as reações nucleares que ocorrem no seu núcleo. Sendo assim, não procede essa sua afirmação.

  6. bruno
    13, maio, 2013 em 13:31 | #6

    Caro amigo,não só a lemúria existiu como também a atlântida. eu estou escrevendo um livro sobre religião e historia…

  7. Fernando Gonçalves
    19, maio, 2013 em 23:29 | #7

    O assunto foi muito mal direcionado e, segundo a ótica apenas do autor e segundo o que o mesmo “consegue enxergar”, tornou sua exposição digna de “pseudo sabedoria” pois o mesmo se baseou ferrenhamente em questões ainda não aceitas por completo ao mesmo tempo que desprezou outras de mesmo quilate, sem uma postura verdadeiramente científica e criteriosa, mas apenas passional. Tudo o que foi exposto é de conhecimento público, mas nunca fora o suficiente para desacreditar a Lemúria ou a Atlântida… Minhas convicções nem mesmo foram abaladas pois não vi nada de novo em tudo o que foi dito, exceto diversas incorreções direcionadas…

  8. luiz
    22, maio, 2013 em 20:14 | #8

    Dono, poderia nos mostrar algum link para que possamos consultar esta matéria?

  9. Laura Lemos
    26, junho, 2013 em 22:21 | #9

    Sinceramente, típico espirito classe 7… né… se acha mais sábio do que os demais, não desmereço seu estudo, que tomou tempo e muito trabalho, tudo pode ser aproveitado e a luz de nossa doutrina mesmo diz, se não está satisfeito procure sua verdade, isso é fé raciocinada… não devemos condenar. Como ouvi de um amigo esta semana, não importa no que você acredita ou se baseia, o que é continuará sendo… Fique na Paz.

  10. Lima
    29, julho, 2013 em 21:13 | #10

    Bem… Realmente, as pirâmides submersas no triângulo das bermudas é muito convincente. Submerge (rsrsrs) as comparações e trocadilhos do Edson Rocha. Vejam as imagens em:
    http://natrilhadocastelo.blogspot.com.br/2012/03/piramides-de-vidro-sao-encontradas.html
    Encontrada a 2000 metros de profundidade, por robôs.

  11. Edson Rocha
    1, agosto, 2013 em 12:11 | #11

    Estranho, conveniente, e ligeiramente inacreditável, não achei nenhuma informação na internet que possa confirmar essa informação, aliás só um site liberou essa informação, sabemos que nas ilhas bimini, parte do triângulo das Bermudas, tem uma estrutura submersa que se parece com uma muralha submersa, mas achar bem ali pirâmides que fica bem ao lado de onde os primeiros pensadores de Atlântida pensavam que era, é muito estranho.

    Sem contar que a foto é de um jornal de 1991, então peço para que não fique animado ainda, ou melhor, sejam pessimistas, pois realmente parece que é um hoax, e pras pessoas que podem achar que a foto mostrada em alguns lugares da pirâmide é real, ela não é a foto e nunca foi tirada, pois foi utilizado um sonar para saber a forma, e de acordo com alguns textos, a pirâmide obviamente estaria um pouco soterrada. Pelo jeito alguns ainda acreditam em papai noel!

  12. para o senhor, apenas luiz
    5, agosto, 2013 em 23:50 | #12

    o quanto o senhor sabe pouco.
    se há aqui um pseudo-sábio, este chama-se edson rocha.
    só resta lamentar a sua tamanha perda de tempo.
    quanto ao linguajar perfumado de emmanuel, como diz, troque tal palavra por linguagem culta.
    saia da sua redoma, meu amigo. és apenas um detrator.

  13. Marjorie
    8, setembro, 2013 em 19:21 | #13

    Olá… Gostaria de dar um parecer quanto a esta matéria.
    O autor foi um tanto criterioso, ao meu ver até demais, com as colocações aqui escritas.
    Muito sistemático eu diria.
    Porém, por ser um site direcionado a doutrina espírita acredito que deveria ter se informado um pouco mais sobre relatos de espíritos quanto à encarnações passadas neste continentes exintos.
    Num deles, o que li mais recentemente conta a encarnação de um espírito chamado Zílio e tem o título de: Um roqueiro no além.
    Muito esclarecedor.

  14. 1.000rTaum
    17, outubro, 2013 em 21:13 | #14

    A “ciência” afirma para negar e nega para afirmar. Assim acontece em laboratório, nas bibliotecas e com a arqueologia. O conhecimento humano ora se amplia ora se nega. Quer caso mais emblemático do que a vida no planeta marte? A ciência já disse que não existia nenhuma possibilidade de haver vida. Agora descobriu a água (origem da vida na terra). Os exemplo são muitos. A própria comunicação entre vivos e mortos que já foi aceita como prova em tribunais e hoje encontra pouca resistência da comunidade científica já foi execrada pelos pseudo sábios de plantão. Não existe a “ciência”, como sendo algo institucionalizado e guardião da verdade. Existem pesquisas científicas que são tomadas como verdade, algumas vezes com vida efêmera. As pesquisas se sucedem e a verdade em nenhuma área do conhecimento é atingida. Tudo é instável e passageiro. A pesquisa do Edson Rocha merece respeito por sua extensão, mas é só mais uma novela egóica.

  15. 1.000rTaum
    18, outubro, 2013 em 16:25 | #15

    Meu comentário anterior ainda não foi ao ar. Acredito que ele irá um dia, pois não vejo muita semelhança entre Torquemada e Edson Rocha. Em mais uma de suas falácias ele – o Sr. Edson, não Torquemada – aponta as diferenças entre as pirâmides do Egito e do México, com o intuito de negar aquela migração cultural (vamos chamar assim). Ora, acredito que o Sr. Edson também tente negar que a capoeira chegou ao nosso país pelas mãos dos negros africanos quando aqui eram trazidos como escravos. Sim, pois entre a capoeira africana e a que é praticada no Brasil há enormes diferenças. O Sr. Edson também encontrará diferenças profundas entre o futebol que se iniciou na Inglaterra e aquele que é jogado, hoje no mundo todo. Bom motivo para o Sr. Edson negar a origem inglesa do futebol. Para o Sr. Edson também será fácil negar a influência europeia na arquitetura das igreja coloniais brasileiras. Sim, pois muitas delas em nosso país têm apenas uma torre, enquanto que as europeias tinham duas. Com essa mesmo raciocínio capenga o Sr. Edson pode negar a origem francesa do Espiritismo, pois entre o Espiritismo codificado por Kardec e aquele que é praticado hoje no Brasil há muito mais diferenças que o Sr. Edson Consegue imaginar. Espero que este comentário possa ser lido.

  16. jorge menezes
    15, novembro, 2013 em 15:45 | #16

    Tem mesmo muita fantasia no movimento espírita.
    Vejo, que com esta tonelada de livros e mais livros que erradamente os do movimento espirita os chamam de obras complementares, tem ofuscado a codificação ou ainda colocado ela a um segundo plano, talvez um terceiro ou sabe-se lá a nível de obra ultrapassada.

    Descobriram um grande filão no capitalismo, são os livros ditos espíritas, vendem igual água, é lucro certo.

    lamentável !!!

  17. Julhinho Costa
    13, janeiro, 2014 em 18:06 | #17

    Boa Mirtão. Vê isso aqui, pra ajuda
    http://www.youtube.com/watch?v=ONTH9xpJhuI
    Fato! Fato!

  18. Leopoldo Muniz
    18, abril, 2014 em 11:54 | #18

    Existe uma diferença muito grande entre “Ciência e o cientista”. Duvidar de Kardec e Emmanuel é “querer ter” muita autoridade!!

  19. 20, abril, 2014 em 03:09 | #19

    Apenas um visitante sorrindo aqui para compartilhar o seu amor : ))…mas maravilhosooo design e estilo “As pessoas de temperamento pior que ja conheci eram as pessoas que sabiam que estavam erradas.” Wilson Mizner.

  20. André Camargo Monteiro
    22, abril, 2014 em 02:21 | #20

    Interessante artigo, acho interessantes contrapontos como este. Ocorre que últimas descobertas mostram que há cada vez mais indícios ou “coincidências” com relação a existência da Atlântida. Eu particularmente não tenho dúvidas. Se você estudar a fundo, por exemplo, o livro do Graham Hancock / Digitais dos Deuses (você não o citou em sua bibliografia, o que é um pecado grande…) certamente sentirá muita dificuldade em rebater tudo o que ele mostra. Ele chega, em minha opinião, à conclusão errada, mas a pesquisa é impecável.

  21. 26, abril, 2014 em 22:13 | #21

    Creio que muitos chegaram até aqui graças a horas de pesquisas sobre a origem de algum povo rsrs

    É tão bom ver que um artigo publicado a mais de três anos ainda é visitado e comentando por pessoas que gostam de aprender.

  22. Alexandre
    12, maio, 2014 em 08:45 | #22

    Uma pena ver pessoas tão engajadas em desvirtuar o trabalho sacrificado de Chico Xavier et Emmanuel.

  23. kaliphtah
    16, julho, 2014 em 12:27 | #23

    bom dia meu amigo. O que vç tem feito da sua vida?Atlântida e Lemúria Existiram! e antes delas, a raça protoplasmática…

  24. Renato
    25, setembro, 2014 em 13:32 | #24

    Se não existiu então como provar os monumentos encontrado que são mais antigos do que diz a história, ninguém vai me fazer deixar de acreditar nisso para mim existiu sim civilizações mais antigas que as que conhecemos, sou espírita sim e é a própria doutrina que diz que o espiritismo não possui dogmas então eu acredito no que eu quizer, o espiritismo explica muita coisa mais também ao meu ver deixa de explicar muita c coisa também, acho que deve ser ordens de espíritos mais elevados pois eu sei que muita coisa o plano espiritual não revela a todos. Tenho 20 anos e continuo a procura de respostas e de conhecimento.

  25. carmen lucia salata orsi ziviani
    12, novembro, 2014 em 08:31 | #25

    Onde está a última palavra?
    As informações são graduadas, vêm em doses homeopáticas, pq se Kardec disse tudo…. raciocinem…. POR QUE ENTÃO JESUS NÃO DISSE TUDO, UMA VEZ QUE É DE MAIOR AUTORIDADE?
    Justamente porque a humanidade só aguenta digerir conforme a maturidade do momento.
    Então os profetas não disseram tudo, Jesus não disse tudo, Kardec não disse tudo, e nenhum deles disse – EU ESTOU REVELANDO A VERDADE ÚLTIMA, NADA MAIS HÁ! Pois se dissessem estariam desmoronando o próprio degrau que não vingaria posteriormente.
    Pela Física Quântica, e é ai que está um grande portal de abertura para melhor entendermos, que é a união do espiritual à ciência, e sem essa fusão não chegaremos a lugar nenhum, sempre encontrando pessoas que se ufanam por se acharem donos da verdade, … pois então, pela Física quântica, entendemos que o caminho de aprendizado é eterno, EU DISSE ETERNO, e portanto, precisaremos de incontáveis encarnações, portanto, onde quer que nosso magnetismo, proporcionado pela nossa busca de saber nos direcionará, facilitando, ou não, mais aprendizado, mais conhecimento, mais amadurecimento, amplas aberturas de todos os horizontes.
    E qto mais exponenciarmos, mais saltos quânticos, contribuindo para que o próprio Vácuo Quântico exponencie.
    E mais, sem rótulos religiosos que oprimem a criatura, mas livres, livres como Deus nos criou, livres para pensar, nos apoiando no Amor Incondicional, onde compreendendo que SOMOS TODOS UM, poderemos acelerar a própria evolução e a evolução do planeta!

  26. carmen lucia salata orsi ziviani
    12, novembro, 2014 em 08:33 | #26

    “EM NOME DA ESSÊNCIA QUE ME HABITA, EU MANIFESTO, AQUI E AGORA, A INTENÇÃO DE FAZER REINAR PERMANENTEMENTE O AMOR, A PAZ E A ALEGRIA, EM MIM E AO MEU REDOR, PARA O MEU MAIS ELEVADO BENEFÍCIO E O MAIS ELEVADO BENEFÍCIO DE TODOS.”

  27. André
    8, dezembro, 2014 em 00:39 | #27

    Parabéns pelo artigo Edson, infelizmente o que se vê nesses comentários são pessoas que nem ao menos usam a base histórica e muito menos a pesquisa científica para rebater seus argumentos. Tudo que apresentam são afirmações sem base, ou partem para apelação religiosa pragmática. Lamentável que os ditos “espíritas” no Brasil tenham abandonado o lado científico da doutrina em prol de uma defesa religiosa de fé cega que prejudica muito a Doutrina.

    E ainda ouvir que não podemos duvidar de Emmanuel… é muito fanatismo.

  28. 20, janeiro, 2015 em 15:48 | #28

    Movimento medíocre esse tal de “movimento espírita brasileiro”. A prova está nos comentários e como falaram poucos, Kardec estará sempre em segundo plano. Lamentavel!

  29. Gabriel
    22, fevereiro, 2015 em 22:04 | #29

    Entao, primeiramente cabe mencionar o livro onde o mito ficou conhecido – Timeu e Critias – de Platao. O livro (dialogo) sugere a existencia da Atlantida. No dialogo onde Socrates esta presente, CRITIAS narra detalhadamente como era a Atlantida. Eh nesse dialogo, meus caros leitores, que esta a maior mencao HUMANA ao continente. CRITIAS narra o que seu AVO (tambem chamado Critias) lhe contou. O VELHO Critias escutou toda a narrativa sobre Atlantida de nada mais nada menos que SOLON (um dos Gregos mais respeitados de todos os tempos).
    Portanto, quando esse texto eh por alguns, taxado de “ilusao de Platao”, se esquecem o detalhe SOLON, e da riqueza da narrativa no Dialogo (SUGIRO a TODOS que comprem ou baixem). E Platao sempre se refere quando algo eh irreal como na Republica que notoriamente vemos que la sim eh algo IDEALIZADO, mas nao no TIMEU e CRITIAS.
    Sobre o Texto apresentado e sobre alguns comentarios, apenas me manifesto como espirita e parabenizo o estudo feito.
    A Atlandida sera sempre um misterio que venho estudando bastante. Quanto aos eternos criticos de Chico, Emmanuel, e Karec sugiro apenas a instrucao, e nao a critica fria sabendo apenas pouco sobre eles……LEIAM algum livro do Kardec inteiro, ou de psicografia do Chico de Emmanuel, e concluam por si mesmos com seu Livre Arbitrio. Soh nao falem cegamente. Abraco a todos.

  30. Gabriel
    22, fevereiro, 2015 em 23:42 | #30

    Ao que parece, os fenícios foram o primeiro povo do hemisfério oriental a usar o alfabeto fonético, sendo seus caracteres considerados simples sinais para os sons. É um fato curioso que, em data igualmente remota, encontremos um alfabeto fonético na América Central, entre os maias do Yucatán, cujas tradições atribuem a origem de sua civilização a uma terra situada do outro lado do mar, para leste. Lê Plongeon, a maior autoridade neste assunto, escreve: “Um terço desta língua (o maia) é puro grego. Quem levou o dialeto de Homero para a América? Ou quem levou para a Grécia o dos maias? O grego descende do sânscrito. O maia também? Ou seriam eles contemporâneos?” Mais surpreendente ainda é encontrar treze letras do alfabeto maia apresentando uma nítida relação com os sinais hieroglíficos egípcios, referentes às mesmas letras. E provável que a forma mais primitiva do alfabeto fosse hieroglífica, “a escrita dos deuses”, como os egípcios a chamavam, que, mais tarde, na Atlântida, desenvolveu-se em fonética. Seria natural admitir que os egípcios foram uma antiga colônia da Atlântida (como realmente foram) e que levaram consigo o tipo primitivo de escrita, que assim deixou seus traços em ambos os hemisférios, ao passo que os fenícios, que eram navegadores, obtiveram e assimilaram a forma posterior do alfabeto durante suas viagens comerciais aos povos do oeste. Há mais um detalhe que deve ser mencionado, a saber, a extraordinária semelhança entre muitas palavras da língua hebraica e palavras, que mantêm exatamente o mesmo significado, do idioma dos Chiapenecs – um ramo da raça maia, entre os mais antigos da América Central. A lista dessas palavras encontra-se em North Americans of Antiquity, p. 475.

  31. Gabriel
    22, fevereiro, 2015 em 23:52 | #31

    Trecho acima e este do Livro que vc ironizou do Elliot – A Atlantida e Lemuria – continentes desaparecidos :
    Tipos Etnológicos. – Dizem que a Atlântida, como veremos, foi habitada pelas raças vermelha, amarela, branca e negra. Está agora provado, pelas pesquisas de Lê Plongeon, de De Quatrefages, de Bancroft e outros, que populações negras do tipo negróide existiram, até mesmo em épocas recentes, na América. Muitos dos monumentos da América Central são decorados com rostos negros, e alguns dos ídolos encontrados destinaram-se, nitidamente, a representar negros, com crânios pequenos, cabelos curtos e crespos e lábios grossos. O Popul Vuh, discorrendo sobre a primeira pátria do povo guatemalteco, diz que “homens negros e brancos” viviam juntos nessa terra feliz, “em grande paz”, falando “uma só língua”. (Ver Bancroft, Native Roces, p. 547.) O Popul Vuh prossegue, relatando como o povo emigrou de sua pátria ancestral, como sua língua se alterou e como alguns se dirigiram para o leste, enquanto outros viajaram para o oeste (para a América Central).

  32. Mariew
    10, março, 2015 em 11:29 | #32

    Ninguém pode afirmar nada conclusivo quanto a isso. Apesar de estudos serem publicados e ratificados por autoridades no assunto muitos se enganam. Darwin acertou muito quando disse em evolução, que essa é a tendência universal. E hoje muitos cientistas discordam que o homem, fisiologicamente está em processo evolutivo. Isso não é um contracenso com a própria história? O que existe hoje são cientistas de van guarda e aqueles que rejeitam toda teoria evolutiva e se apegam excessivamente na realidade, mesmo sabendo de histórias fabulosas e por si só miraculosas (vide EQM), e as rejeitam por estarem associadas a “imaginação” ao fator x da vida que ninguém sabe qual é. Acham que tudo passa pelo crivo da razão, quando na prática isso não se traduz. Eu mesmo não acredito em certas coisas do espiritismo, sou meio cética. Mas ninguém pode afirmar com 100% de certeza nada sobre a história, pois novos métodos e novas descorbertas são afrontados todos os dias. Muitos estudos realmente não fazem sentido hoje. Muitos são revisitados como algo com verdadeira possibilidade de serem verdadeiros pois a própria ciência é evolutiva e a história é baseada em evidências não em conclusões. Parabéns por ter nos dado a oportunidade de duvidar de nós mesmos, pois é assim a verdadeira fé.

  33. Val
    24, março, 2015 em 03:26 | #33

    Olá pessoal, achei por acaso a página, coloquei no google para saber se algum geologo estudou esta hipótese e achei esta fervorosa briga de xiitas (rs) ou de testemunhas de Jeová.

    Vou deixar minha cutucada, mas não se irrite!!!

    Dei uma lida superficial no livro exilados da capela e logo na primeira página existe uma contradição forte da lei universal, sobre planetas evoluídos e seres a serem exilados. (Gera dúvida de toda obra)
    Estudei geologia no livro decifrando a terra e que por sinal não apresentou indícios de Atlantis e Lemúria (ACENTUA A DISCORDANCIA DA OBRA). Não existe na literatura cientifica relato sobre tal. Este artigo do site tem figuras deste livro, confesso a vocês que pelo método de aferimento da verdade por Kardec utilizado descarta-se o absolutismo da obra Exilados da capela (TEM UM PAPEL IMPORTANTE AO FOMENTAR O DEBATE E INVESTIGAÇÃO e que o processo de exilamento é verdadeiro). O autor teve um papel bom e pedagógico no espiritismo mas acho que a inspiração falhou (PRECISARIA DE MAIS TRABALHO). É preciso lembrar que quando houver mitos, mistificações, crenças não é ciência (RELIGIÃO), pois não são experimentados e comprovados (TODOS PRECISAM SER CAPAZES DE PROVAR), aí é o crivo da razão, bom senso (CONHECIMENTO ORIENTADOR. Descart), “quando espiritismo discordar da ciência, siga a ciência”. Pois o papel do espiritismo fundamental é aprimoramento moral, não trazer pronta respostas as questões cientificas. Lembrem que pelo aperfeiçoamento intelectual TRAZ o moral assim as ciências que nos trabalhamos são leis de Deus também de diferentes campos e que portanto merece respeito (LEIS MORAIS, ESPIRTISMO; LEIS DA FISICA, FISICA, MATEMATICA, GEOLOGIA ETC). Por isso que as vezes algumas das obras precisam ser analisadas de modo bem criterioso.
    Minha fenomenologia deste objeto:
    1. O livro alude sobre algumas questões interessantes, mas precisava ser mais trabalhado (com humildade);
    2. Fortes contradições as leis físicas e aos postulados depreendidos por Kardec nas suas obras
    3. Pelas evidencias cientificas NÃO PODE-SE afirmar que existiram os continentes e não se pode provar questões de trabalho cientifico humano com psicografias, por que se não como ele trabalha?
    4. Existiram muitas civilizações na terra, pode ter tido um povo de Atlantis e lemúria mas nem circunscrito e nem localizado; (poderia ser uma nave, rs, brincadeira)
    5. Muitas pessoas podem ter a mesma ideia sobre um mesmo objeto Vygostky e Piaget (ex) para justificar as piramides, e os relatos dos mitos dos continentes por diversas pessoas, é conexão com o pai.
    6. Crenças, Mitos, Mistificações, pseudo-ciencia não é trabalho do espiritismo, a doutrina é da caridade e da moral;
    7. As pesquisas mal/mau elaboradas no método e objetivos; Fatos sem critério de investigação e evidencias; tornam-se crenças, mitos e mistificações ou literatura de perda de tempo para humanidade, vamos cuidar para não tomar como verdade alusões.
    8. Se alguém conseguir provar através de mapeamento de sonar, geofísico, datação de carbono 14, fóssil, levantamento de ecobatimetro, qualquer coisa dessas aí ou pelo menos vestígios, publica um artigo dos continentes, faça-nos este favor aí, será fato.
    9. Que vc´s trabalhem mais no amor e na caridade e vivam o agora.

  34. José Ribamar Lopes Junior
    21, setembro, 2015 em 22:18 | #34

    Boa noite, assunto muito polemico.
    Minha opinião:
    Pró Atlantis e Lemurianos:
    Existem evidencias de civilizações evoluídas em vários locais e épocas do planeta.
    A existência de exilados é possível. Para onde vão os da terra quando fomos passar para regeneração.

    Contra Atlantis e Lemurianos:
    Não existe evidencia cientifica, apenas o relato de platão que ouviu falar.
    O livro exilados de capela é um livro inspirado e não psicografado.
    A terra teve seus continentes formados antes da chegada do homem.
    O que ocorreu foi inundações mediante ao derretimento de geleiras que subiu o nível do mar.
    A espiritualidade nos informa através de vários canais (médiuns) as informações necessárias.
    A evolução foi gradual, não houve um choque tão grande de inteligência.
    A raça homo sapiens não foi concebida na espiritualidade, foi descoberto um ser intermediário na última semana.
    É complicado. Pode ter existido, mas nos falta evidencias. A história nos contara com novas descobertas futuras.

  35. Zé II para vc
    9, outubro, 2015 em 12:16 | #35

    Genteeeee! Aos desinformadores religiosos e nao religiosos esqueçam tudo o que vcs aprenderam nos livros atuais pq eles so fazem é soterrar o passado das grandes civilizaçoes (NOSSOS ANCESTRAIS) que uma vez pisaram o solo (e sub-solo) deste misero planeta! Sim, humanos, ja existiram outras civilizaçoes mais inteligentes, soberbas e egoicas do que a nossa! E foram todas dizimadas pelas “maos” da Natureza = Obra de Deus ou Deuses? Sei la! E o que importa?
    Neste exato momento existem organizaçoes que nos ultimos séculos se ocuparam de apagar e arquivar salas secretas de museus e governos qualquer artefato (principalmente os técnologicos) que foram criados por estas civilizaçoes, somente para nao desmistificar a religiao, manter igrejas no poder e deixar o homem atual concentrado na historia moderna, consumista, egoica e tecnologica esperando a proxima destruiçao. Por favor, imploro abram as suas pequenas mentes umbilicas e voltem-se para os estudos de grandes arqueologos e historiadores (nao estou citando canalizadores e espiritualistas!) do passado que fizeram em tempo a recolher provas cabais de que a Atlantida existiu, assim como a Lemuria e que antes dos cataclismas da natureza parte destas civilizaçoes deixaram suas casas e imigraram para varias partes do planeta Terra, onde criou cidades e deixaram monumentos (ri demais quando cheguei no quesito piramides). Estudos citam as Canarias e Canal de Gibraltar (Os portoes de Hércules). O que nao foi solidificado pelo magma saido das placas tectonicas que se abriram no fundo do oceano Atlantico ja esta emergindo. Procurem canais cientificos e outras literaturas além daquelas “citadas” pelo autor do post. “A cidade perdida chamada Társis na Bíblia, e Tartessos pelos gregos, pode ter sido descoberto em uma área pantanosa do Parque Nacional de Doñana, na costa atlântica de Espanha. O pântano era aparentemente um porto com uma ilha artificial de uma só vez, mas um terremoto causou liquefação da ilha. Há enormes depósitos de metano no pântano, o que sugere que os lotes de material orgânico foi enterrado ou afundado lá no passado. O local ainda não foi escavada. Ele coincide com parte da descrição de Atlantis de Platão; deve-se navegar para fora do Mediterrâneo através da Gates of Hercules (=Pilares, colunas, Portas, Portoes, Portais), no Atlântico, a fim de alcançá-lo por navio. – Sue Sullivan, Antropologia UCLA—- Leia o livro As Portas da Atlântida – Guy Tarade e entendam a relaçao deste comentario, e mais uma dezenas de fontes.

  36. Jose tenir
    12, fevereiro, 2016 em 22:30 | #36

    Em verdade, pouco sabemos,pois tudo é a seu tempo,a nossa consciência se expandirá e evoluirá e muitas destas informações Deus a seu tempo nos mandará missionários para a devida explicação,mas acredito na imortalidade da alma e em mundos habitados em todo universo e na reincarnação dos espíritos como meio de evoluir,no momento todos tem a liberdade de opinar,através do seu livre arbítrio,alguns entre nós são mais esclarecidos e intuídos a aproximar da verdade porem na totalidade só Deus a sabe

  37. Tiago
    23, fevereiro, 2016 em 09:24 | #37

    Certo, agora uma questão que muitos questionam é sobre a pré – escrita na humanidade relacionada com esses continentes ditos por ciências esotéricas. Tipo por exemplo como que os Lemurianos eram assexuados se na arqueologia comprova que contemporâneos a estes existiam homens primitivos, rudes com sexo, e os dinossauros e outros animais que já tinham gênero? Como se explica? Blavastky e outros estavam certos sim, só que deixaram ainda uma lacuna, ficou incompleto suas explicações, a real resposta surge a luz da doutrina espírita que realmente explica a questão geral. Segundo o espiritismo é real Atlântida, Lemúria, Hiperbóreos e Adâmica, mas estes continentes e raças eram à parte de outras raças, não eram únicas no Planeta em suas conteporaneidades de existência, sim existia Lemúria e contemporâneo a este continente existiam em outros lugares do Planeta animais com sexo, homens primitivos e assim sucessivamente, o erro é achar que no Planeta nessa época existia apenas essa raça e continente, não, existia eles com suas características, mas também existia outros seres, raças, como diz no livro dos espíritos, o ser humano surgiu em várias partes do Globo inteiro, várias raças, tipos de seres, Atlantes, lemurianos e outros foram seres com determinadas características, alguns mais evoluídos vindos de outros planetas, em outro processo de evolução, e vieram outros exilados de Capela e outros mais que eram os homens primitivos, rudes e assim por diante, provando que Allan Kardec conciliou espiritualidade com Evolucionismo e com teoria das raças segundo a teosofia, uma coisa não é negação da outra nem mesmo uma disputa de qual teoria é a certa, mas ambas estão certas, apenas devem serem colocadas em seu determinado lugar de fato como ocorreu na história realmente.

  38. Agnaldo
    24, fevereiro, 2016 em 11:32 | #38

    Nossa, quanta ortodoxia e energia gasta em vão para tentar argumentar contra um fato que já está gravado em nossa consciência, em nossa história planetária e até mesmo em nosso DNA.
    Se estas verdades te angustiam tanto vá ver com seu próprios olhos (espirituais)… É simples, faça uma viagem astral guiada com seu mentor e consulte os arquivos akashicos do planeta (se tiver moral e autorização para isso). E se tiver um tempinho sobrando vá visitar uma cidade intraterrena, lá você irá encontrar nos dias de hoje, remanescentes dos povos Atlantes e Lemuriano… você não irá acreditar no que há debaixo dos seus pés….kkk
    Óh! Senhor! até quando essa humanidade irá caminhar em trevas.

    Fique em Paz!

    Guina

  39. 4, abril, 2016 em 13:04 | #40

    @José Ribamar Lopes Junior
    Muito bem lembrado, porém não devem esquecer que o próprio Sócrates já havia ensinado que “aprender é recordar”, querendo dizer que o homem só pode falar e se lembrar daquilo que viu um dia; e provou isto com a célebre questão matemática proposta a um escravo analfabeto que nunca ouvira falar em operações matemáticas. Após várias perguntas “indutivas” levou o escravo a responder uma questão para o espanto do seu senhorio. Provando assim que todo homem é um ser espiritual encarnado em constante aprendizado, trazendo nas suas reminicências todo o conhecimento adquirido em vidas sucessivas. Logo, a história da Atlântida saiu da onde? Quem teve a inspiração para que os homens vissem e pesquisar sobre o assunto? Acreditem ou não eu fui a milênios um devasso atlante, punido mais tarde pela Justiça Divina; hoje redimido e autorizado a cada 15 dias manifestar na terra através do meu “vaso” que escreve nesse site. Mas infelizmente não posso ir mais além, por viver no mundo dos espíritos, pois que está implícito na Lei do progresso universal que o homem devem crescer através da interação em sociedade dentro do espírito da Lei de Amor regido pela Lei de Ação e Reação; onde cada um recebe e colhe sempre o que plantou. Os atlantes, sumiram da face da terra, assim como os Maias, Egípcios e outros grandes povos pelo processo da ESPIAÇÃO COLETIVA. Reestudem e concluirão por si mesmos.

  40. 4, abril, 2016 em 13:32 | #41

    @Tiago
    Correto Tiago, o que percebo é que a maioria dos cientistas, historiadores, antropólogos e pesquisadores agem como aquela famosa frase dita por Jesus: “Vendo não vem, ouvindo não ouvem”. Parece pueril sem analise espiritual. Vejamos: Raciocinam sempre do ponto de vista cientifico material de que a gênese da vida na terra se originou na própria terra. Não conseguem ver a mão da engenharia Divina em tudo que encontra de novo e desconhecido. Sempre raciocinam como se os “antepassados fossem ignorantes” que viviam em tribos, onde imperava o dito popular: “Em terra de cego, quem tem um olho é rei”. No entanto forem deles que nasceram os brilhantes cientistas que ao “seu tempo vieram ao mundo trazer novos conhecimentos que impulsionou o progresso terrestre”. Ouviram relatos alhures de ancestrais sobre a existência disso e daquilo, mas sempre atribuem ao famigerado misticismo; esquecendo que por exemplo, que foi graças aos sacerdotes alquimistas egípcios que a química e a cirurgia moderna é o que é hoje, graças á aqueles primitivos conhecimentos, que de IGNORANTES NÃO TINHAM NADA. Estava adequada a capacidade elaborativa do homem daquele tempo, assim como a teoria do átomo, foi criada à 2500 anos por Demócrito é só prosperou, quando o Sábio grego reencarnou no século XX na figura do Einstein. A pergunta é: De onde eles tiraram aqueles conhecimentos, os quais até hoje a orgulhosa e inteligente moderna ciência não consegue produzir? Como explicar a movimentação na construção de rochas pesando 50 toneladas morro acima nos altiplanos andinos, ilha da pascoa e piramidas sem ter os equipamentos modernos de hoje, que aliás ainda também não conseguiriam mover? Resumindo: Os continentes perdidos e desaparecidos existiram antes das raças pesquisadas, lembrando que a terra sempre foi um planeta instável, onde grandes cataclismos ocorreram e cuja historia esta sepultada no fundo do mar ou enterradas em sítios arqueológicas “AINDA” desconhecidos e por descobrir, por isso costumo afirmar: O orgulho humano tenta “ver o espaço sideral infinito, sem se quer conhecer o que está debaixo dos seus pés, deixando de ouvir a sabedoria do passado como base de todo o conhecimento humano atual.

  41. Vinicius Perotto
    4, abril, 2016 em 22:16 | #42

    iMAGINE SE TODA ESSA CAPACIDADE INVESTIGATIVA FOSSE USADA PARA ESCLARECER A VERDADE APENAS, E NÃO PARA UM INTELECTUALISMO BOBO……

  42. Éluses
    8, maio, 2016 em 21:24 | #43

    Parabéns Edson Rocha pelo artigo, ví ai que usou o figuras do livro Decifrando a Terra e não citou as fontes, perdeu 0,4 da nota.

    Fala aí galera, o tema é polêmico. Segue aí meu ponto de vista.

    Sobre as obras é preciso ponderar, pois, poderá ser: Um relato verídico, uma alusão (indicadora de uma outra realidade) e fantasia.
    No meu ponto de vista, de acadêmico e pesquisador espiritualista, acho que tem mais chances de ser uma fantasia. Acho que todas as pessoas que acreditam nisso viveram no período que esse mito ou a historia era contada e por isso acreditam. Além de que não temos relatos de pessoas que viveram lá contada na regressão, se algum de vocês que acreditam nisso, faça uma regressão, se a espiritualidade permitir e você constatar que viveu, nos conte.

    Motivos:
    1. Sou formado em geografia e não vi nada de outros continentes quando peguei a disciplina Geologia e oceanografia.
    2. Erro lógico no primeiro capitulo. (tem muitos só citei o do primeiro parágrafo)
    3. Achei o texto ruim.
    Comparem com os pontos dois e três com o livro evangelho segundo espiritismo. Não resenha negativa sobre o Evangelho segundo espiritismo porque é foi muito bem trabalhada e revisada pelo Espirito Verdade.

    Dicas para saber se uma obra é boa ou tem propriedade.
    1. Observe a fluidez do texto, espíritos elevados são objetivos, na maioria das vezes evitam temas absolutistas e colocam pouco NÃO no texto.
    2.Os pseudos sábios adoram fantasias, Veja o trabalho de Kardec, ali tem propriedade e fluidez. Kardec criou alguma fantasia?
    3. Os espíritos elevados são preocupados com entendimento das pessoas sobre a obra e a revisam. (o que parece que esta obra não foi)
    4. veja a resenha critica na internet( qual é a critica a Obra Evangelho Segundo Espiritismo)

    E Não dei muita moral esta obra, acho que é como a maioria das obras veiculadas por aí de pseudo-sábios, tem muitos, acostumem-se, até ser sábio demora muito.
    É o que mais tem, desculpe se acabei com a esperanças de vocês.
    “haverão muitos falsos cristos, profetas”
    A verdade pertence apenas aos espíritos de ordem mais elevada (Evangelho Segundo Espiritismo)
    Tudo de bom!

  43. marcelo
    16, janeiro, 2017 em 19:57 | #44

    Meu Deus se as pessoas estão escandalizadas pelo simples fato de um continente que com certeza existiu e tem relados históricos, feito por egipcios, chineses, maias, africanos, arborigenes da australia e gregos, imagina se vcs lerem a obra espirita a vida no planeta marte de ramatis, tenho pena da burrice do ser humano e de sua completa cegueira espiritual, se uma verdade escancarada ainda existem dúvidas, imagina sobre os mistérios de Deus e do universo, sem falar do mundo espiritual.

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