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Textos com Etiquetas ‘Allan Kardec’

OS ESPÍRITOS FALAM?

31, dezembro, 2015 Sem comentários

Por que Allan Kardec?

10, junho, 2012 1 comentário

 

Dogmatismo? Tradicionalismo? Fanatismo? Visão estreita?

Vejamos:

  1. A obra de Allan Kardec, quando analisada internamente, revela uma solidez lógica, uma racionalidade, uma limpidez argumentativa, uma coerência de fazerem inveja aos mais conceituados tratados filosóficos que a Humanidade possui;
    Allan Kardec revelou, em tudo o que fez, uma prudência, um equilíbrio, uma sobriedade, um espírito positivo e despreconcebido, um bom senso, enfim, que singularizam sua figura entre todos os expoentes da cultura humana;
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O CATÓLICO É DIFERENTE DO ESPÍRITA?

9, maio, 2012 1 comentário

O católico vai à igreja para ouvir o sermão do padre.

O espírita vai ao centro espírita para ouvir o sermão do expositor.

O católico vai à igreja por obrigação, para ter a proteção de Deus.

O espírita vai ao centro espírita por obrigação, para ter a proteção dos Espíritos Superiores.

O católico vai a igreja tomar a hóstia porque simboliza o corpo de Cristo e isto purifica a alma.

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DO PRINCÍPIO DA NÃO-RETROGRADAÇÃO

26, abril, 2012 Sem comentários

Tendo sido levantadas, várias vezes, questões sobre o princípio da não-retrogradação dos Espíritos, princípio diversamente interpretado, iremos tentar resolvê-las. O Espiritismo quer ser claro para todo o mundo, e não deixar aos seus futuros filhos nenhum assunto de querelas de palavras, por isso todos os pontos suscetíveis de interpretação serão sucessivamente elucidados.
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OS INSTRUTORES DA CODIFICAÇÃO E O ESPÍRITO DE VERDADE

5, abril, 2012 Sem comentários

As grandes forças que auxiliaram Kardec.

Pôr a descoberto a excelência da proteção dispensada aos trabalhos de Allan Kardec é fundamental à compreensão e preservação da verdadeira identidade do Espiritismo. Isto leva o adepto sincero e devotado a poderosos meios de reflexão para que conclua pela singularidade insubstituível da Obra Kardeciana, cuja margem de segurança garantiu a confiabilidade dos conteúdos obtidos e lhe confere a situação de não haver sido superada por qualquer outra a que se atribua o adjetivo “espírita”.

Nomes como São João Evangelista, Santo Agostinho, São Vicente de Paulo, São Luís, O Espírito de Verdade, Sócrates, Platão, Fénelon, Swedenborg – para citar apenas os que se identificam nos Prolegômenos de O Livro dos Espíritos – fizeram das obras de Allan Kardec o que a respeito delas assegurou J. Herculano Pires: “[…] foi trabalho inspirado e orientado pelas mais elevadas forças espirituais que o nosso mundo já teve a oportunidade de conhecer”. (O Espírito e o Tempo. Ruptura do arcabouço literal.)

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Selo de qualidade espírita

15, março, 2012 Sem comentários

Se a Doutrina Espírita fosse de concepção puramente humana, não ofereceria por penhor senão as luzes daquele que a houvesse concebido. Ora, ninguém, neste mundo, poderia alimentar fundadamente a pretensão de possuir, com exclusividade, a verdade absoluta. Se os Espíritos que a revelaram se houvessem manifestado a um só homem, nada lhe garantiria a origem, porquanto fora mister acreditar, sob palavra, naquele que dissesse ter recebido deles o ensino. Admitida, de sua parte, sinceridade perfeita, quando muito poderia ele convencer as pessoas de suas relações; conseguiria sectários, mas nunca chegaria a congregar todo o mundo.
Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico. Incumbiu, pois, os Espíritos de levá-la de um pólo a outro, manifestando-se por toda a parte, sem conferir a ninguém o privilégio de lhes ouvir a palavra. Um homem pode ser ludibriado, pode

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