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Textos com Etiquetas ‘segunda revelação’

Sequência lógica e natural das três revelações cristãs.

20, julho, 2014 2 comentários

moisés-jesus-e-kardecO Espiritismo é o prosseguimento natural do Cristianismo. Como diz Emmanuel: “É a Renascença Cristã do Mundo”. Graças a essa doutrina de luz e de amor, os princípios cristãos vão sendo restabelecidos em sua pureza primitiva. Foi necessário, para esse restabelecimento, o concurso do Céu, como o Cristo já havia previsto e, segundo podemos ver, nas passagens referentes ao Consolador, no Evangelho de João. As vozes do céu tiveram de conclamar os homens, na terra, para a volta à realidade evangélica.

Pouco importa que os adversários da doutrina digam o contrário, que acusem o Espiritismo de anticristão e chamem os espíritas de embusteiros. Convém lembrar que os sacerdotes das religiões pagãs, e os próprios sacerdotes do judaísmo, fizeram a mesma coisa com o Cristianismo. Nem o Cristo respeitaram. Acusavam Jesus de embusteiro, de feiticeiro, de endemoniado e chamavam os cristãos de hereges e mistificadores. Se Jesus expelia os demônios, libertando pobres criaturas das garras de seus terríveis obsessores, diziam que o divino Mestre o fazia porque “tinha parte com o Diabo”. A história se repete, e os espíritas precisam se lembrar do heroísmo e da serenidade dos cristãos primitivos, para se portarem à altura dos ensinamentos evangélicos, diante das acusações de hoje.

A missão de Jesus não findou com a crucificação, como a sua doutrina de luz não se apagou com as deturpações humanas. Depois da crucificação, houve a ressurreição. E, assim também, após as deturpações, surge a hora gloriosa da restauração, anunciada pelo Cristo. O anúncio é claro e preciso, como vemos no cap. 14 do Evangelho de João, versículo 26: “Aquele Consolador, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”. O Consolador nos lembra os princípios verdadeiros do ensino de Jesus, que os homens perturbaram através dos tempos, ajeitando-os, muitas vezes, às suas conveniências. Mas, não se limita a lembrar o que foi dito naqueles tempos, porque lhe cabe também “ensinar todas as coisas”, dizer tudo aquilo que, no tempo de Jesus, não estávamos em condições de ouvir, porque não as entenderíamos.

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